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CÂMARA EXTERNA - ROSACRUZ

domingo, 7 de janeiro de 2018

UTOPIA ROSACRUZ - A Humanidade que sonhamos


Deus de todos os seres humanos, Deus de toda vida,

Na Humanidade com que sonhamos:

Os políticos são profundamente humanistas e trabalham a serviço do bem comum.

Os economistas gerem as finanças dos Estados com discernimento e no interesse de todos,

Os sábios são espiritualistas e buscam sua inspiração no Livro da Natureza,

Os artistas são inspirados e expressam em suas obras a beleza e a pureza do Plano Divino,

Os médicos são motivados pelo amor ao próximo e cuidam tanto das almas quanto dos corpos,

Não há mais miséria nem pobreza, pois cada qual tem aquilo de que precisa para viver feliz,

O trabalho não é mais vivenciado como uma coerção, mas como uma fonte do desabrochar e de bem-estar,

A natureza é considerada como o mais belo dos templos e os animais como nossos irmãos em via de evolução,

Há um Governo mundial, formado pelos dirigentes de todas as nações, trabalhando no interesse de toda a Humanidade,

A espiritualidade é um ideal e um modo de vida que têm sua fonte numa Religião universal, baseada mais no conhecimento das Leis divinas do que na crença em Deus,

As relações humanas são fundadas no amor, na amizade e na fraternidade, de modo que o mundo inteiro vive em paz e harmonia.

Assim seja!




O TEMPLO DA ROSA CRUZ


O Templo da Rosa Cruz

Fama Fraternitatis, ou Descoberta da Fraternidade da Mais Nobre Ordem
 da Rosa Cruz traduzido do alemão por Thomas Vaughan em 1652

Ao descrever essa estranha figura, agora publicada pelo primeira vez 
{1618} em mais de trezentos anos, Schweighardt lembra aos buscadores
da verdade que o Templo e seus irmãos místicos estão sempre perto
ao homem sábio, que descobre-os somente ao perceber interiormente
 os mistérios do espírito.

O Templo está sobre rodas, significando que pode ir à qualquer lugar, 
e está suspenso do céu por uma corda porque é movido pela Vontade 
de Deus. A rosa está sobre uma de seus janelas e a cruz está sobre a 
outra.

É útil resumir as descrições de Schweighardt's sobre a Casa do Espírito 
Santo. Theophilus assegura o leitor sobre a completa sinceridade e 
bondade Cristã que insipirou-o à publicação de uma real e confiável 
relato sobre o Collegium Fraternitatus. Ele explica que estrangeiros
vieram de todas as partes do mundo para Leipzig e Frankfurt, e outras 
cidades, de vendedores de livros, gravadores a diretores de museus, 
pedindo por informações sobre a verdadeira morada dos Rosacruzes. 
Para gratificar os desejos destes sinceros e honestos homens, ele, 
Theophilus Schweighardt, decidiu clara, simples e planamente, e sem 
equívocos apresentar, descrever, representar, explicar e descrever a 
morada dos Irmãos da Rosa Cruz. Com esse preâmbulo o autor então
 procede à explicar que o Colégio da Fraternidade não é um lugar 
específico, mas está em toda parte; que todos os homens já o viram 
mas não o reconheceram; e que cabe a ele ser verdadeiramente 
descoberto somente por aqueles de coração puro e vida reta, que 
meditaram profundamente sobre os mistérios de Deus e do Espírito.

No canto superior esquerdo da placa de Schweighardt há uma estrela, 
e nome de seus raios um homem segurando uma serpente. Em oposição, 
no canto superior direito há outra estrela que com seus raios cerca a
figura de um cisne. Estes símbolos são descritos no Confessio 
Fraternitatis:

"Sim, o Senhor Deus já enviou antes certos Mensageiros, que devem
testificar sua Vontade, a saber, algumas novas Estrelas que surgiram ne
podem ser vistas no firmamento em Serpentario e CygnoYea, the Lord 
God hath already sent before certain Messengers, which should testify 
his Will, to wit, some new Stars which do appear and are seen in the 
Firmament in Serpentario and Cygno, que significam e fazem saber à 
todos, que eles são poderosa Signacula de questões de grande 
importância."

(N.T,.: Tradução livre do inglês. Original: “Yea, the Lord God hath already 
sent before certain Messengers, which should testify his Will, to wit, some 
new Stars which do appear and are seen in the Firmament in Serpentario 
and Cygno, which signifie and give themselves known to every one, that 
they are powerful Signacula of great weighty matters.“)

O contexto infere que estas novas estrelas anunciaram o nascimento da 
Sociedade Rosacruz, ou, ao menos, seu renascimento em 1604, quando 
da abertura da tumba do Father C.R.C. Muito provavelmente, 1604 é a 
verdadeira data da fundação da Irmandade Rosacruz, sendo as datas 
anteriores inteiramente simbólicas. Um paralelo é encontrado na alegoria 
maçônica de Hiram Abiff, pelo qual uma antigüidade simbólica é atribuída 
à Franco-Maçonaria, muito embora a sociedade em si tenha vindo à 
existência aproximadamente à mesma época que a Sociedade Rosacruz.

Schweighardt obteve um sucesso muito maior que Robert Fludd 
{Tractatis Apologetica} em escapar à cobrança de ser incapaz ou não 
querer atribuir uma localização física ao Templo Rosacruz. A inferência é 
Maçônica – o Templo Rosacruz é o universo, seus adeptos os homens 
sábios de todas as eras, suas disciplinas (N.T.: Creio haver um erro 
tipográfico, pois mais correto seriam “discípulos”), os que praticam as 
virtudes. A vida é, portanto, a Escola do Espírito Santo. Todos os 
buscadores sinceros da verdade estão buscando pela Casa da Sabedoria 
Universal, e estes que descobrem o verdadeiro sentido da Grande Obra t
ornam-se pilares da Casa Eterna e jamais dela saem.

SUB UMBRA ALARUM TUARUM JEHOVA
(Sobre a sombra de vossas asas, Jehova)

Fonte:
Leitura:The Rosicrucian Movement by Frances Yates
Leitura dos Manifestos Rosacruzes: The Fame &
Confession of the Fraternity traduzido do Alemão para o inglês por Thomas Vaughan 1652
 FONTE: http://www.sirbacon.org/links/temple_of_rosy_cross.htm

UM VERDADEIRO MARTINISTA


PARA SER MARTINISTA DE FATO

  1. Não confunde liberdade, que é direito sagrado, com abuso, que é um defeito;
  2. Crê no Criador de Todas as coisas, Ser Supremo, orienta para o bem e desvia do mal;
  3. É leal; quem não é leal com os demais é desleal consigo mesmo;
  4. Cultiva a fraternidade, porque é a base da Fraternidade ;
  5. Recusa agradecimentos porque se satisfaz com o prazer de haver contribuído para amparar semelhante;
  6. É nobre na vitória e sereno se vencido, porque sabe triunfar sobre os seus impulsos;
  7. Não se desvia do caminho da moral;
  8. Pratica o bem, porque sabe que é amparando o próximo, sentindo suas dores, que se aperfeiçoará;
  9. Abomina o vício, porque é o contrário da virtude, que deve cultivar;
  10. Não se entrega à excessos alcoólicos, porque a sabe que a embriagues, além de torná-lo ridículo, impede-o de raciocinar e seguir o seu caminho;
  11. É amigo da família, porque é a base fundamental da humanidade;
  12. Não humilha os fracos, os inferiores, porque é covardia e a Fraternidade Martinista não é abrigo de covardes;
  13. Respeita as mulheres, quaisquer que sejam as suas condições sociais;
  14. Trata fraternalmente os demais martinistas independente de afiliação ou condição
  15. Não se envaidece, não alardeia suas qualidades; não vê no auxílio ao semelhante, um gesto excepcional, porque este é um dever de solidariedade humana, cuja prática constitui um prazer;
  16. Não promete senão o que pode cumprir;
  17. Se sofre, suporta com coragem; se, se regozija, o faz sem se amesquinhar;
  18. Não odeia; o ódio destrói e só a amizade constrói;
  19. Não tem apego aos cargos, porque isso é cultivar a vaidade, sentimento mesquinho, incompatível com o que o bom martinista deve cultivar.
Fonte: hermanubis.com.br




A LUZ QUE VEM DO LESTE - Poema Rosacruz


Eu era um jovem perdido
Em brumas de vãs filosofias,
Errando por não poder achar com a mente
A porta estreita da verdade.

O que procurava, então?
Procurava um sentido, procurava poesia,
Procurava um irmão.
Do Sanctum Celestial,
Sábios graves, sem que eu soubesse,
Me inspiravam na intuição.

Um dia, lendo um poeta,
Quando poeta eu já era,
Me foi revelado o símbolo
Onde se vê , através,
O Cristo.

Bati à porta do templo,
Depois de estudo e espera
(Que não contava a ninguém).
O guardião me avisou:
Era chegada a hora.

Uma vestal me guiava,
Juntamente ao guardião
Nos perigos, fora e dentro da alma.
No templo, tudo escuro.
A eternidade me habitava.
Era uma prova de morte.

Depois de vencido os sentidos,
Vi o sol além do Egito.
A Rosacruz sublime, para sempre,
Era minha no alto do leste.
Acordei da escuridão.
O profano havia morrido.
Outubro, 2014. DO LIVRO POESIA ATÉ AGORA.




"OITO GRAUS DA CARIDADE"


Para que os Amados Irmãos possam analisar e meditar sobre suas ações
filantrópicas, transcrevo a seguir os "Oito graus da Caridade", idealizados 
por Maimónides, filósofo israelita do século XII:

1. Na caridade existem oito graus. O primeiro, o mais baixo, é o que 

consiste  em dar, porém, com má vontade. Esta é a dádiva da mão, nunca 
do coração;

2. O segundo é aquele em que se dá com prazer, não sendo a dádiva 

proporcional, entretanto, às necessidades daquele que sofre;

3. O terceiro, quando se dá de boa vontade e proporcionalmente às 

necessidades  do pobre, quando se é solicitado para isso;

4. O quarto, quando se dá espontânea e proporcionalmente às 

necessidades do que sofre, entregando-lhe, porém, nas mãos e 
provocando por esse meio a dolorosa emoção da vergonha;

5. O quinto consiste em dar de forma tal que o humilde recebe a esmola 

e conheça seu benfeitor, sem que este chegue a conhecê-lo. Essa foi a 
conduta  de nossos antepassados, que pregavam moedas nas 
extremidades de suas capas, onde o pobre "as" recolhia sem ser visto;

6. O sexto que é da mais alta significação moral, é aquele no qual se 

conhece a  pessoa que recebe a esmola sem que esta conheça o doador. 
Esta foi a norma observada por aqueles que tinham o costume de levar 
seus donativos aos necessitados, tendo o cuidado de não se fazer 
conhecer;

7. O sétimo grau, ainda mais meritório, consiste em socorrer sem que 

o benfeitor seja conhecido do necessitado, sem que este o conheça, tal 
como ocorria durante a existência do Templo. Nesse lugar de devoção 
existia um lugar especial denominado esmoler. Em seu interior, as almas 
caritativas depositavam suas esmolas, indo os pobres recolhê-las com 
igual segredo;

8. Finalmente, o oitavo e mais meritório de todos, consiste em antecipar

a caridade, evitando a pobreza, seja ajudando seu semelhante com uma 
boa concessão ou uma apreciável quantia, ou ensinando-lhe um ofício, 
de modo que possa ganhar a vida de maneira honesta, evitando a terrível 
necessidade de estender a mão à caridade pública. Este é o mais alto grau
da escada de ouro da caridade.

Seja como for do primeiro ao oitavo grau o mais importante é praticar a 

caridade, se possível passando de um grau ao superior. É obrigação 
Martinista a pratica da benemerência, em qualquer grau.


PORTAL DA CABALA - Mini-aula de Torá - Conexão (14) OCHAMADO

06 a 13/01/2018
Estamos iniciando a leitura do 2º. livro da Torá: Exodo. O tema principal é a libertação. A cada semana aprendemos sobre diferentes aspectos deste tema tão importante para nós.
Este estudo é uma ótima oportunidade para deixarmos de lado antigos comportamentos que já não servem mais, para nos dedicarmos com afinco em nossa missão de "acordar" e levar luz ao mundo!
Aproveito o contato para desejar a todos um novo ano de 2018 repleto de boas energias! Se nos tornamos mais conscientes e despertos, é certo que o novo ano trará muitas bençãos!!
Obrigado por sua atenção. 
Feliz 2018!! Shana Tová!!!!  
[]s Ian Mecler. 
Portal da Cabala

Conexão da Semana: O CHAMADO       

A porção da torá desta semana narra o início de um processo de libertação. Moisés é agora incubido a ir o Faraó para exigir a liberdade para o seu povo e questiona, pois se seu próprio povo não escutara o chamado, como iria o Faraó escutar?

Nesse momento ha a indicação de algo que acontece também em nossa vida, quando recebemos um chamado, mas mergulhados em conflitos emocionais e pressionados pela pesada batalha da sobrevivência, deixamos de escutá-lo.

A porção da Torá acontece em um momento muito especial, quando Plutão avança pelo signo de capricórnio, e o ser humano, como nunca, questiona o significado da palavra realização. Mudanças profundas à caminho: um chamado para a auto-transformação.

Shalom!

Atenção: Para os que desejam estar mais conectados com as fendas e práticas da Cabala, temos o grupo 72 Nomes de Deus - Portal da Cabala no facebook, cujo objetivo é criar um grupo bem concentrado no trabalho de libertação.
A seguir a mini-aula.


[]s Ian Mecler. 



Aguardem: Próxima semana, novo estudo 

Conexão - LEMBRAR-SE DE SÍ
   


  

DIA DA GRATIDÃO - Há tanta coisa para ser grato