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CÂMARA EXTERNA - ROSACRUZ

domingo, 31 de julho de 2016

DISCRIMINAÇÃO DAS VIRTUDES - O Tao Te Ching Verso 33: LAO TSÉ


                                                      Taoteching48.jpg

 Discriminação das virtudes

O Tao Te Ching 

Verso 33:   LAO TSÉ

Aquele que conhece os outros é inteligente.
Aquele que conhece a si mesmo é sábio.
Aquele que vence os outros é forte.
Aquele que vence a si mesmo é realmente poderoso.
Aquele que está satisfeito com o que tem é rico.
Aquele que mantém firme o seu propósito 
tem vontade firme.
Aquele que não perde seu centro permanece muito tempo. 
Aquele que morre e, todavia, não perece,
 atinge a imortalidade.






UNIÃO E COMPREENSÃO - mensagem




UNIÃO E COMPREENSÃO


...durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.
Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais.


Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro.
E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente.
Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível.
Vida ingrata, porém... os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor.


Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se.
Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram.
Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.


Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco.
Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando uma  certa distância um do outro.
Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíproco


Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.

                                                                    fábula do filósofo Arthur Schopenhauer


Irmãos e irmãs, se temos noção que nossos espinhos estão prejudicando o outro e dificultando nosso crescimento, modifiquemos nosso comportamento para não causarmos danos aos que convivem conosco. A vida em sociedade é uma disposição divina pela qual oferecemos à coletividade a nossa contribuição pessoal e dela recebemos o que nos é necessário, aprimorando-nos, ao mesmo tempo, na efetivação desse processo, em termos de inteligência e sentimento.

Nosso direito termina onde começa o direito do próximo.
 Isto se chama bom senso, respeito, educação, compreensão etc.


Conhecendo a ORDEM ROSACRUZ - AMORC


Conhecendo a  ORDEM ROSACRUZ - AMORC

Apresentamos a seguir, respostas para algumas das dúvidas mais freqüentes sobre os Estudos Rosacruzes:

DEUS

Deus é a Inteligência Absoluta que criou tudo o que existe nos planos visível e invisível. Não é um ser antropomórfico, limitado por forma humana, ou outra, mas uma Essência que se difunde e anima toda e cada parte da Criação. Por entender que cada pessoa concebe Deus de seu jeito, a Ordem Rosacruz - AMORC refere-se ao “Deus do meu coração”, ao “Deus da minha compreensão”.

ORDEM ROSACRUZ - AMORC E A MAÇONARIA
As duas Organizações são totalmente independentes, guardando entre si um relacionamento fraternal e de mútuo respeito.


“GURUS”

 A Ordem Rosacruz - AMORC não tem nenhum guru, mestre ou líder autoproclamado. Tanto o Imperator como os Grandes Mestres, bem como todos os demais Oficiais da Ordem, são eleitos e servem de forma impessoal à Organização.

“IMPERATOR”

Na Ordem Rosacruz – AMORC, Imperator é o nome tradicional do Dirigente executivo, ou Presidente, da Ordem e não tem conotação militar, monárquica ou política, apenas iniciática.

“GRANDE MESTRE”
Da mesma forma que o título de “Imperator”, este é um título iniciático e na Ordem Rosacruz - AMORC designa o responsável por uma jurisdição, eleito por um mandato renovável de cinco anos.


ASTROLOGIA

Os Rosacruzes consideram a Astrologia uma arte, mas não uma ciência. A Ordem Rosacruz não ensina Astrologia e não a considera indispensável para o autoconhecimento.

 MODO DE VIDA ESPECIAL
 Nenhum modo de vida especial (vegetarianismo, celibato, ascetismo etc.) é requerido pelo Estudo Rosacruz. A Ordem recomenda, contudo, que seja dedicada uma hora semanal aos Ensinamentos e que seja feito um esforço para aplicá-los na vida diária, tal como ela é.


“VIAGEM ASTRAL” 

No caso da “viagem astral”, a Ordem chama este fenômeno natural de projeção psíquica e o aborda em um estágio de seus Estudos.

IDADE  PARA TORNAR-SE MEMBRO DA ORDEM ROSACRUZ - AMORC

A partir de 16 anos qualquer pessoa pode solicitar admissão na Ordem. Contudo, a Ordem Rosacruz - AMORC, possui uma seção destinada a menores de 16 anos – a Ordem Rosacruz Juvenil / Ordem dos Guias do Graal, que possui Ensinamentos especialmente adaptados para o público mais jovem.

                              
Fonte: www.amorc.org.br
Divulgação R+C Jequié
e-mail: obuscador.divulga@gmail.com




sexta-feira, 22 de julho de 2016

ORAÇÃO ROSACRUZ








MISTICISMO ROSACRUZ




A palavra misticismo vem do grego místicos e significa “estudo dos mistérios da vida”.

Na Ordem Rosacruz - AMORC é o estudo das leis que regem o universo e a aplicação destas mesmas leis nos níveis físico, mental e espiritual. Misticismo é o caminho que permite ao homem reconciliar-se com Deus, com a Natureza e consigo mesmo.



O Misticismo Rosacruz traduz-se no estudo e na aplicação das leis divinas na vida diária. Como o prova a experiência milenar da Ordem Rosacruz -  AMORC, é a aplicação dessas leis que permite o ser humano ser mais feliz, seja nos negócios, na saúde, na família e em qualquer campo da vida humana. O Rosacruz é uma pessoa prática, não um sonhador. Nada está incluído nos Ensinamentos da Ordem Rosacruz - AMORC que não seja aplicável e não produza resultados benéficos.






CAVALEIRO ROSACRUZ - O cavaleiro da rosa


Cavaleiro R+C

Quisera ter o dom de saber usar a palavra,
esgrimindo-a como verdadeiro cavaleiro.
poder vestir-me com a armadura da virtude,
e ter como manto, a capa da coragem.



Quisera ter o dom de saber usar a palavra,
para que ela ajude a quem precisar de auxílio.
poder calar, quando a raiva passageira me atar,
e lutar, mesmo que a morte seja o meu fim.



Quisera ter o dom de saber como lutar,
para que a morte se transforme numa vitória.
encontrando o caminho da virtude da luz e da paz,
e através de nossos mistérios, chegar à dignidade.



Quisera ter o dom de conhecer meus limites,
para poder morrer para os vícios, erros e paixões.
renascer no amor e na verdade que dignificam,
e praticar no dia a dia as virtudes que sublimam.



Quisera ter o dom de guiar-me pela razão e pela fé.
a razão que trata do que pode ser demonstrado.
a fé que vem de dentro de nós, que rege o intangível,
e juntos indicam ao homem a sua vereda. 


Quisera ter o dom de trilhar o caminho da luz.
a cruz representando a parte material do eu.
a rosa representando a alma do homem,
e entender a R + C no seu simbolismo e alegoria.



Quisera ter o dom da prudência e da coragem,
nunca ser temerário ou subserviente, mas obediente.
poder escutar a voz da consciência e seguir a razão,
e cultuar o trabalho, para d'ele extrair a sabedoria.

                                                                                                              Colaboração: Frater Alaor
Fonte: rosacruzes.blogspot.com.br

 

DE HOMO SAPIENS A HOMO ETHICUS



De homo sapiens a homo ethicus

escrito pela mestranda - Andrea Rodrigues Barbosa Marinho

 Na escala da evolução, o ser humano precisa incorporar valores 
que vão garantir a sobrevivência da sua espécie

Dentro dos estudos da Biologia, o ser humano é classificado como homo sapiens, ou homem sábio e racional. Essa sabedoria, entretanto, está em xeque diante da degradação do meio ambiente e das relações sociais. Passados mais de 130 mil anos desde que o sapiens dominou o universo, vive-se um momento histórico, em que é preciso trabalhar pela evolução dessa mesma espécie. E o novo ser humano já ganhou o adjetivo para os tempos que se avizinham: vivemos a transição de homo sapiens para homo ethicus, ou seja, aquele cujo processo de concepção de idéias e ações é fundamentado em padrões éticos universais.

Segundo Andréa, ao longo dos anos, o homo sapiens reiterou valores que o isolaram de seus semelhantes. “Passamos a valorizar a competição entre os homens, a quantidade de poderes no sentido econômico da questão e a dominação política sobre pessoas e territórios”, expõe a pesquisadora.

 Ele nos escraviza, nos priva do ato de pensar, criar, amar e viver globalmente”, considera. Para Andréa, a ganância, o capital e o conforto domam a globalização, como descreve em sua dissertação.

Segundo ela, o conceito do homo ethicus está mais baseado na cooperação que na dominação. Ao contrário do homo sapiens, esse novo ser humano não se vê soberano sobre as coisas, mas sim como parte de toda a criação. É mais voltado para a preservação que para a expansão e pensa mais na qualidade que na quantidade. Mas o fator mais importante inerente ao caráter desse ser é seu olhar sistêmico, holístico e ecológico. Ele é capaz de juntar os fragmentos para enxergar o todo e pautar sua existência nessa visão. A visão do que é sustentável.

DISTORÇÕES

As grandes catástrofes e a deterioração da vida em sociedade, com a acentuação da violência, por exemplo, bem como a valorização de comportamentos amorais, têm despertado o homem para reflexões mais profundas a respeito do destino para o qual está levando o planeta. 


“Valores como a solidariedade, o respeito, a amizade e o amor precisam ser resgatados, pois são pontos-chave dessa evolução”, defende o presidente do Instituto Brasileiro da Ética nos Negócios (Iben), Douglas Flinto. Para ele, a sociedade vive imersa em valores distorcidos, em que o “ter” está sempre a cima do “ser”. “Desde cedo as pessoas aprendem que se dar bem (o que pode ser entendido como ter dinheiro e poder) é um objetivo a ser atingido na base do custe o que custar. Flinto ressalta que esses valores têm impacto direto na forma como as pessoas se relacionam entre si: “Hoje você aprende a se relacionar com o próximo para ganhar vantagem. É o chamado networking. Quer dizer, o real valor da relação entre os seres se perdeu”, diz Flinto.

A ética precisa entrar na pauta cotidiana do ser humano, se ele realmente quiser sobreviver. E a educação seria um dos caminhos para trabalhar o desenvolvimento dos valores necessários para a vida sustentável. “Uma cultura muda de duas formas: pela educação e pelo exemplo”, diz Flinto. 


HOMO SAPIENS

• Durante seu processo de evolução, foi conduzido a ter uma visão fragmentada, ou seja, a enxergar todas as coisas como pedaços dissociados entre si.
• Usou a inteligência para exercer domínio sobre todas as coisas, construindo, assim, uma  autovisão de soberania.
• Historicamente, seu instinto de sobrevivência o fez dar prioridade para valores como o individualismo e a competição, expansão e quantidade.
          HOMO ETHICUS
   • É capaz de enxergar o    mundo  de         maneira holística e  sistêmica, em que       tudo está  relacionado e é          interdependente.

 • Tem uma visão mais ecológica  no          sentido de que se vê como  parte    integrante do todo.
  • Vê na parceria e na cooperação os  principais valores para uma existência sustentável.

Andréa Marinho, pesquisadora internacional na área de Educação
 e mestranda em Filosofia pela Universidade de São Paulo
Fonte: blog Capítulo Rosacruz Mogi das Cruzes