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Caro Buscador, Seja bem-vindo à Câmara Externa da Antiga e Mística Ordem ROSACRUZ, AMORC! Esta modalidade de aproximação...

terça-feira, 24 de abril de 2018

O USO DO INCENSO


Os Rosacruzes usam Incenso, devido aos efeitos que ele propicia no seu Desenvolvimento Místico, para fins de Meditação e Harmonização Cósmica.

Efeito Psicológico – Decorre do Simbolismo do Uso do Incenso, a sua Fumaça, evoluindo-se e desvanecendo-se no ar, é o Símbolo da Ascensão da Consciência e sua Harmonização Cósmica. O Simbolismo provém da Interação por analogia, e segundo a Lei do Triângulo, entre o fato físico da fumaça se elevar, desaparecer no ar, o ideal e o desejo do Místico de Elevação de sua Consciência e Harmonização no Plano Cósmico. Podemos também considerar o Efeito Psicológico do Simbolismo do Fogo, representado pela brasa do Incenso. O Fogo representa e sugere Luz e Transmutação.



O Efeito é o despertar desse ideal na Mente do Místico, propiciando o seu Desenvolvimento. O fato de que isto seja feito habitualmente, sob forma de ritual, desencadeia instantaneamente aquele despertar.

Efeito Sensorial – É o mais evidente e consiste a Sensação de Consciência Agradável, provocada pela fragrância do Incenso. Trata-se, então, de um recurso dirigido ao Sentido do Olfato.

Efeito Psíquico – A Vibração do Incenso pode estimular as funções dos Centros Psíquicos ou Glândulas que regem o Fluxo das Energias Cósmicas no Sistema Nervoso Humano. O resultado é a Atividade desses Centros Psíquicos, o que estimula o Despertar Místico. E há o Efeito do Incenso no Ambiente, modificando seu estado vibratório e tornando-o mais apropriado.

O importante é ter em mente que os Rosacruzes usam Incenso para as finalidades técnicas e não por motivos de natureza supersticiosa. Como todos os demais recursos do Desenvolvimento Místico, o Incenso é indispensável e ajuda muito, principalmente durante a fase inicial de Aprendizagem, no Estágio de Neófito.

Com o passar do Tempo, podemos dispensar esse recurso e entrar em estado de Meditação e Harmonização rapidamente em qualquer lugar. Para o Místico Desenvolvido, é sempre mais agradável e mais fácil o Serviço Rosacruz, com o Uso de um Incenso Rosacruz, ou outro de boa qualidade.

                                           Fonte: Loja R+C Santos



O GRANDE ENSINAMENTO DE CONFÚCIO



O Grande Ensinamento de Confúcio

"Os patriarcas que desejam mostrar seu bom caráter ao mundo devem, em primeiro lugar, ordenar seus países.

Aqueles que desejam pôr ordem em seus países devem, primeiro, arrumar suas casas.
 

Aqueles que desejam arrumar suas casas devem, antes de tudo, cultivar sua personalidade.
 

Aqueles que desejam cultivar sua personalidade devem, primeiro, retificar suas mentes.
 

Aqueles que desejam retificar suas mentes devem, em primeiro lugar, alcançar a sinceridade de suas vontades.
 

Aqueles que desejam alcançar a sinceridade de suas vontades devem, antes de tudo, ampliar o seu conhecimento.
 

A extensão do saber depende da investigação das coisas. 

Quando se investigam as coisas, o saber é ampliado;

quando o saber aumenta, consegue-se a segurança da vontade; 

quando a segurança da vontade é conquistada, a mente é corrigida;
 
quando a mente é retificada, cultiva-se a personalidade."



Confúcio - Capítulo V de O Grande Ensinamento, extraído de Buscaglia, L.Assumindo a sua personalidade.  Nova Era. 17ª edição. Capítulo III, pág 87.



MARTINISMO - Tradicional Ordem Martinista - TOM


TOM - Tradicional Ordem Martinista






EVANGELHO APÓCRIFO DE SÃO TOMÉ, 75-77



Tomé apóstolo de Nosso Senhor Jesus Cristo era o mais "teólogo" dos doze, pois com suas perguntas possibilitava a Revelação do Cristo e a Trindade:

"Tomé lhe disse: "Senhor, nós nem sabemos para onde vais, como poderíamos saber o caminho?" Jesus lhe disse: Eu sou o caminho , a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai a não ser por mim"
(Jo 14, 6).

Sobre aquele acontecimento em que o Cristo Ressuscitado "provoca" para fé São Tomé, pois somente acreditaria no testemunho dos irmãos se visse os sinais do martírio do Cristo de modo palpável, quanto a isto comentou São Gregório: "A incredulidade de Tomé não foi um acaso, mas prevista nos planos de Deus. O discípulo, que, duvidando da Ressurreição do Mestre, pôs as mãos nas chagas do mesmo, curou com isso a ferida da nossa incredulidade".

Diante de tantas providentes intervenções, São Tomé se despede das Sagradas Escrituras, professando sua fé: "Meu Senhor e meu Deus"( Jo 20 - 28). Esta expressão não saiu da boca de Pedro, nem de João, mas de Tomé que segundo a Tradição teria depois de Pentecostes, ido para evangelizar pelo Oriente e Índia até tornar-se mártire, ou melhor: "um exemplo de fé".
Fonte: Canção Nova



ONTOLOGIA ROSACRUZ - Serge Toussaint FRC





domingo, 22 de abril de 2018

A CONTAGEM DO ÔMER -PESSACH - 50 dias de refinamento


50 Dias de Refinamento
 
Estamos em pleno Pessach, uma fenda de imensa importância para o Cabalista. 

Estamos numa caminhada de 50 dias de grande refinamento e crescimento pessoal, chamada contagem do Ômer. São 7 semanas (+ o ultimo dia chamado shavuot) nas quais temos exercícios e práticas diárias que muito contribuem para nosso desenvolvimento espiritual,  abrindo seus canais de luz e levando boas vibrações para um mundo, que tanto precisa delas!

Desejamos a todos um Pessach com a força do amor e uma caminhada de 50 dias repleta de luz espiritual!! 

“Quando tirares este povo do Egito”, disse D'us a Moshê quando Se revelou a ele numa sarça ardente ao pé do Monte Sinai, “servirás a D'us nesta montanha.”

Demorou sete semanas para chegar à montanha. O povo de Israel partiu do Egito em 15 de Nissan (o primeiro dia de Pêssach); em 6 de Sivan, celebrado desde então como a Festa de Shavuot, eles se reuniram ao pé do Monte Sinai e receberam a Torá de D'us.

Os cabalistas explicam que os 49 dias que conectam Pêssach com Shavuot correspondem aos 49 anseios e traços do coração humano. Cada dia viu o refinamento de uma dessas sefirot, levando o povo de Israel um passo mais perto de sua eleição como povo escolhido de D'us e ao recebimento de Sua comunicação à humanidade.

Todo ano, retraçamos essa jornada interior com nossa “Contagem do Ômer”. Começando na segunda noite de Pêssach, contamos os dias e semanas: “Hoje é dia um do Ômer”; “Hoje é dia dois do Ômer”; Hoje é dia sete, uma semana do Ômer”; e assim por diante, até “Hoje são quarenta e nove dias, que são sete semanas do Ômer.”

Shavuot, a “Festa das Semanas”, é o produto dessa contagem, impulsionada pelos milagres e revelações do Êxodo mas atingida por um processo metódico com 49 etapas, de auto-refinamento dentro da alma humana.