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domingo, 20 de agosto de 2017

DIA DO MAÇOM - 20 de agosto









Homenagem da Divulgação R+C Jequié


PORTAL DA CABALA - Mini-aula de Torá - Conexão (48) O NÃO QUE GARANTE O SIM


19 a 26/08/2017
Conexão da Semana: 

O NÃO QUE GARANTE O SIM


No texto desta semana a palavra “não” aparece exaustivamente:
“Não torcerás o juízo, não farás distinção de pessoas e não tomarás suborno.”
                                                                             Deuteronômio 16:19

Por que encontramos tantos “nãos” no texto da Torá? Afinal de contas, o caminho espiritual não deveria ser algo libertador? Por que será que exatamente na semana seguinte à conexão do livre arbítrio aparece uma porção repleta de “não pode”?

Para entender esta questão é necessário compreender o conceito de liberdade dentro da cabala. Todo cabalista sabe da presença de uma contra-inteligência em nossa vida. Algo diretamente relacionado as nossas tendências destrutivas. Uma parte nossa que parece querer nos prejudicar em vez de ajudar. Mas precisamos ser capazes de dizer não aos pedidos desta contra inteligência.  Aí reside a verdadeira liberdade: na possibilidade de rejeitar o chamado destrutivo.

Assim, experimentamos nesta semana dizer não a tudo aquilo que não serve mais, que puxa para a sombra e para a ausência de luz. Desta forma descobrimos mais um código no texto da Torá: o NÃO que garante o SIM.
Shalom! 

Atenção: Temos 3 rituais semanais, abertos a todos: 3af, 6af e Sábado. 
A entrada é pelo site, a senha adonai. 
Uma ótima oportunidade de dizer SIM para a luz.

[]s Ian Mecler. 
                                     Aguardem: Próxima semana, novo estudo

Conexão 49- A PROSPERIDADE

sábado, 19 de agosto de 2017

RESILIÊNCIA - Logos Oculto


Elisa Fernandes Sousa Rocha. S.R.C. 
Mestre em Educação, Especialista em Literatura Brasileira e Psicanalista.

Um dos privilégios da reflexão sobre resiliência ao longo do tempo é a análise de novas interpretações de sua natureza: o processo, os fatores, comportamentos e resultados resilientes. Estudos científicos comprovam que o resiliente se transporta, em situações-limite, para “algum-lugar”, “estado” ou “refúgio”, os quais lhe servem de apoio.


 A proposta abrange todas as áreas da atividade humana e busca resgatar o que é especificamente humano, sendo o caráter de transdisciplinaridade evidente. A resiliência, segundo a física, é a capacidade de certos corpos de retornar à sua forma original após sofrer tensão e se deformar. Em psicologia, é o nome que se dá à nossa capacidade de superar traumas e dores e resgatar o prazer pela vida. Quanto maior, mais chances teremos de não nos abater nos reveses da vida. O autoconhecimento pode oferecer uma energia “desconhecida” para seguir em frente, encontrando sentido até nas adversidades e situações-limite.




IDEAL ÉTICO R+C - Tolerância












VERDADE - Carlos Drummond de Andrade


      Carlos Drummond de Andrade
                                       
A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.


O FENÔMENO DO 100º MACACO - MENTE COLETIVA - Parapsicologia

 Por - Rupert Sheldrake

O macaco japonês Fuskata vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural.

Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o sabor da areia.

Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.

Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos.

Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas.

Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia. Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente: No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos - não se sabe ao certo quantos - lavavam suas batatas-doces.

 Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática.

Então aconteceu!

Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer.



O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!

Mas veja só:

Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: o hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces.

Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra.



O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas.

Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos!

Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos.

De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento segue a nossa energia.



Grupos pensando e agindo numa mesma frequência em várias partes do Planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal.

O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquela que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na frequência do crime noticiado que gera comoção geral. Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares.

Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?



Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam dessa energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão.

Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da frequência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias.

São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.


Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto essencialmente grandes blocos de consciência.

É preciso que mais gente se sintonize na frequência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos, em outras partes do Planeta.

Se cada um de nós dedicar alguns minutos todos os dias para meditar,entrando em sintonia com a frequência do amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso Planeta e criar uma nova consciência.

Seja você também um "centésimo macaco" - para o bem!
Fonte www.parapsicologia-rj.com.br




TOM - TRADICIONAL ORDEM MARTINISTA








IDEAL ÉTICO R+C - Temperança