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domingo, 6 de dezembro de 2015

SUBLIME TRANSMUTAÇÃO



Como ser vivente,
 procuro transmutar o chumbo que sei que Sou
em ouro que ei de SER,
por isso procuro despertar o Cristo que há em mim,
essa é a única alquimia possível.

O poema abaixo retrata essa busca.


 Quanto os Reis Magos:

“Belquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”

“Na antiguidade, o ouro era um presente para um rei, o olíbano (incenso) para um sacerdote, representando a espiritualidade, e a mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade).”

Cada um deles ainda habita em cada um de nós, então que cada um de nós encontre a sua estrela, a siga com fé, determinação e aceitação das diferenças.

Minha prece é individual, 
minhas ações coletivas.
Não se preocupem com minhas preces 
me vejam pelas minhas ações.

Fonte: rafpaschoal.blogspot.com



Sublime Transmutação

O brilho da Luz logo se manifestará
trazendo augúrios de esperança e paz
àqueles que, como os Magos de outrora,
transmutaram numa Rosa a sua Cruz.

Com presentes os Reis foram a Belém;
Gaspar levou ouro – venceu a luxúria
Belchior levou incenso – dominou o orgulho
Baltazar levou a mirra – eliminou o ódio.

Temos que renascer para chegar ao Cristo:
na busca por Sabedoria 
– o ouro puro pelo fervor da prece – 
o incenso perfumado pelo domínio da Vida 
– a mirra perfumada.

Com sabedoria, 
com preces e autodomínio seremos redimidos,
 seremos transmutados pela graça de um consciente despertar
em sublime reverência ao Cristo que há em nós.”

Extraído da Contra Capa da Revista O Rosacruz, primavera de 2012










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