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domingo, 29 de novembro de 2015

NOSSO TEMPLO - Manoel Bernardo Vieira – FRC

Manoel Bernardo Vieira – FRC

Normalmente o indivíduo tende a acreditar que determinados locais possuem um poder especial que o auxiliam a atingir a paz e a tranquilidade; esses locais serviriam ainda como fonte de socorro nos momentos de angústia e desespero extremos.

É verdade que existem locais dessa natureza; é verdade também que muitas vezes tais locais são os únicos que conseguem ser o cajado de sustento na caminhada da vida em busca de respostas para questões que teimam em fugir. Contudo, o que não é menos verdadeiro, mas não é pensado ou lembrado, é que tais locais só são o que são graças aos frequentadores destes locais tão especiais, ao longo do tempo.


Estes locais podem receber denominações das mais variadas conforme a cultura, ambiente e as pessoas que os frequentam. Aqui eles serão chamados de Templos, o que não os qualifica de nenhuma forma, porque o que realmente importa é que são as pessoas que imantam estes locais com suas energias. São as forma-pensamento que tornam os Templos tão especialmente energizados, a ponto de alguém desequilibrado bastar refugiar-se neles para que, como num passe de mágica, uma onda de tranquilidade o envolva.

O importante é saber que cada indivíduo possui em si o seu verdadeiro e mais importante Templo, que para se distinguir dos Templos edificados será chamado de Eu Interior. Cada indivíduo com seu Eu Interior cria no ambiente onde habitualmente pratica suas meditações, as condições necessárias a uma “carga rápida” para os momentos emergenciais. A principal barreira para se acreditar no Eu Interior é que, para muitos, por questão cultural, o único local para a prática da meditação é o Templo.

Os Templos são o reflexo dos grupos que os frequentam e a energia aí gerada é a do conjunto, onde o indivíduo é influenciado e influencia com a sua vibração. De forma genérica, a energia criada pelo conjunto é muito mais potente que a individual. Porém, na vida, há situações em que o necessário não é o poder da energia coletiva, mas a boa qualidade de energias específicas que podem ser geradas individualmente.


Nestes momentos, é até possível que cada um dos membros do grupo tenha a capacidade de gerar essa energia necessária. Mas será importante que cada um, individualmente, se recolha para criar e qualificar no seu Eu Interior essa energia. Porque só tendo consciência, só acreditando no Eu Interior, é que o indivíduo será capaz de produzir energias com qualidades específicas necessárias à aplicação em situações também específicas.

É importante observar que os contatos com o Templo, ou com o Eu Interior, não se deem somente com uma atitude passiva, mas antes, visem também a manutenção e elevação da energia qualificada que o indivíduo é capaz de gerar e emitir.





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