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domingo, 1 de abril de 2018

PARAPSICOLOGIA - APORTE - Imagens que sangram e choram


IMAGENS QUE SANGRAM E CHORAM

                                                                Por Instituto Padre Quevedo

Um fenômeno relativamente frequente dentro da raridade dos fenômenos parapsicológicos é o aporte: “o ser humano inconscientemente pode fazer que um objeto sólido ou líquido desapareça (converta-se em energia), atravesse qualquer obstáculo e apareça de novo”. É assim que agulhas entram sozinhas no corpo das pessoas sem feri-lo, objetos atravessam paredes, vidros, sem rompê-los. É o aporte.

Todos já ouvimos falar de imagens, principalmente de Nossa Senhora, que sangram e choram. Examinados o sangue e as lágrimas, eles são sempre de um ser humano. Afastadas as possibilidades de fraudes que sempre existem, é sempre o ser humano fazendo o aporte de seu sangue e de suas lágrimas em imagens, coitadas.


Em Porto das Caixas (RJ) um crucifixo sangrou em 26.01.1968. Era sangue humano, como atestou o laboratório do dr. Hering, de Itaboraí (RJ). A revista Fatos e Fotos. Gente, de 19.10.1977 publicou: “O Cristo de Porto das Caixas continua sangrando. Só Deus pode explicar”. Só Deus não, os estudantes de Parapsicologia também.

Em Itu (SP), dentro de uma urna de madeira e vidro lacrada durante os estudos do caso, sangrava abundantemente uma estatueta de Cristo deitado. Romarias foram feitas à casa de D. Hermínia, dona da imagem. Lembro-me de que conhecidos meus de Sorocaba também foram.

Ao Padre Quevedo foi muito fácil verificar que era sangue de D. Hermínia: o mesmo RH, o mesmo número de glóbulos vermelhos e brancos do sangue dela, como mostram os exames de laboratório arquivados. Quando D. Hermínia estava longe a estátua não sangrava.

Conforme recortes de jornal também arquivados no IPQ-Instituto Padre Quevedo Parapsicologia, foi muito comentado o caso da fotografia de D. Santinha (D. Maria das Neves Marques). “O Norte” (jornal de Recife) de 25.10.1976 publicou: “Foto da falecida começa a chorar”. As lágrimas começaram a escorrer quando a filha da defunta D. Santinha, no quarto onde estava a fotografia, contava um sonho que tivera com a mãe. É bom lembrar que os mortos não têm lágrimas e sangue dos vivos.

A emoção exaltada, a carência afetiva, o remorso, o desejo de chamar a atenção sempre aparecem na análise psicológica desses fatos. Ainda veremos a análise física.

No aporte, porém, as fraudes são abundantes.




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